To be strong that nothing can disturb my peace of mind. To talk health, happiness, and from the heart to every person I meet. To make all my friends feel that is something worthwhile in them. To see the sunny side of everything and make my optimism always come alive. To think only of the best, to work only for the best, and to expect only the best. To be just as enthusiastic about the success of others as I am about my own. To forget the mistakes of the past and press on to the greater achievements of the present. To give a smile to every living creature I meet. To give so much time to improving myself that I have no time to criticize others. To be too large for worry, too noble for anger, too strong for fear, and too happy to permit the presence of trouble. To think well of myself and to proclaim this fact to the world, not in loud words, but in great deeds. To live in the faith that the universe is on my side, so long as I am true to the best that is in me.
Quando me amei de verdade pude compreender que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa. Então pude descontrair. * Quando me amei de verdade pude perceber que o sofrimento emocional é um sinal de que estou a ir contra a minha verdade. * Quando me amei de verdade parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. * Quando me amei de verdade comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma coisa ou alguém que ainda não está preparado. - inclusive eu mesmo. * Quando me amei de verdade comecei a livrar-me de tudo que não fosse saudável. Isso quer dizer: pessoas, tarefas, crenças e - qualquer outra coisa que me pusesse para baixo. A minha razão chamou isso de egoísmo. Mas hoje eu sei que é amor-próprio. * Quando me amei de verdade deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer planos. Hoje faço o que acho certo e no meu próprio ritmo. Como isso é bom! * Quando me amei de v...
"Morre lentamente, quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo. Morre lentamente, quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar. Morre lentamente, quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor, ou não conversa com quem não conhece. Morre lentamente, quem faz da televisão o seu guru. Morre lentamente, quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os 'is' em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos. Morre lentamente, quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos. Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sort...
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